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P.S.: Ainda amo você

Livro II da trilogia Para todos garotos que já amei

P.S.: Ainda amo vocêInformações: Escrito pela Jenny Han e publicado pela Editora Intrínseca em 26 de maio de 2015.

Classificação: Young Adult

Descrição: Lara Jean sempre teve uma vida amorosa muito movimentada, pelo menos na cabeça dela. Para cada garoto por quem se apaixonou e desapaixonou platonicamente, ela escreveu uma bela carta de despedida. Cartas muito dela, muito pessoais, que de repente e sem explicação foram parar nas mãos dos destinatários.
Em Para todos os garotos que já amei, Lara Jean não fazia ideia de como sair dessa enrascada, muito menos sabia que o namoro de mentirinha com Peter Kavinsky, inventado apenas para fugir do total constrangimento, se transformaria em algo mais. Agora, em P.S.: Ainda amo você, Lara Jean tem que aprender como é estar em um relacionamento que, pela primeira vez, não é de faz de conta. E quando ela parece estar conseguindo, um garoto do passado cai de paraquedas bem no meio de tudo, e os sentimentos de Lara por ele também retornam.
Uma história delicada e comovente que vai mostrar que se apaixonar é a parte fácil: emocionante mesmo é o que vem depois.

Opinião: Como esperado meu amor pela Lara Jean e pelo Peter Kavinsky apenas aumentou com esta sequência, se tem um livro que é capaz de balançar nossas estruturas e nos fazer sentir paixão e torcer pelas pessoas, é este o livro com certeza! A narrativa da Jenny continua nos cativando, suas palavras nos tocam de tal forma que nos sentimos parte história.

P.S.: Ainda amo você

Lara Jean é uma adolescente diferente de qualquer outra, ela é muito família, está sempre cozinhando algo, ela é tão fofa que você se apaixona por ela a primeira lida, rs. Ela parece uma menina comum, que eu poderia conhecer a qualquer hora na rua de tão real que a autora a deixou, ela é sonhadora, costuma expor suas opiniões sem ligar para o que os outros vão pensar e é muito responsável e madura.

Peter, o seu namorado, é lindo, popular, inteligente, carinhoso, ou seja, perfeito, pois me apaixonei e suspirei tanto por ele durante o livro que foi difícil não amá-lo. Claro que ele não me fez feliz o livro inteiro, pois tanto ele como a Lara estão em um relacionamento novo, com novos desafios e ainda estão se conhecendo, e quando surgiu mais um novo integrante – John – o relacionamento foi abalado e muitas coisas aconteceram.

John é mais um dos que receberam uma carta de amor da Lara Jean, e ao receber esta carta, como reação ele foi atrás dela para querer entender – e gente… Não é possível ter mais personagens fofos, mas John é mais um, com certeza!

Este livro nos faz viajar no tempo e nos leva de volta a nossa adolescência, ele nos traz uma pureza e uma sensação tão leve, que só lendo para entender. Além disso, ele é tão explicativo que permite que observemos o processo de amadurecimento de cada personagem, acompanhamos as reflexões e os atos impensados e também os pensados de cada um. Tanto que as instabilidades emocionais, racionais, medos e inseguranças da Lara Jean não nos deixa frustrados, pois passamos a entender cada passo que ela dá

P.S.: Ainda amo você

Mas preciso confessar que a Lara Jean me deixou brava algumas vezes, pelo modo como ela tratava o Kavinsky, mas o final foi perfeito, eu não mudaria nada e nem tiraria, pois minha admiração e amor por cada personagem apenas aumentou e estou sedenta esperando o desfecho desta trilogia.

Se você ainda não conhece esta trilogia, leia a resenha do primeiro livro Para Todos os garotos que já amei.

O Sol é para todos

O Sol é para todosInformações: Escrito pela Harper Lee em 1960, atualmente foi revisado e publicado pela Editora José Olympio.

Classificação: Adulto

Descrição: Um livro emblemático sobre racismo e injustiça: a história de um advogado que defende um homem negro acusado de estuprar uma mulher branca nos Estados Unidos dos anos 1930 e enfrenta represálias da comunidade racista. O livro é narrado pela sensível Scout, filha do advogado. Uma história atemporal sobre tolerância, perda da inocência e conceito de justiça. ‘O Sol é Para Todos’, com seu texto “forte, melodramático, sutil, cômico” (The New Yorker) se tornou um clássico para todas as idades e gerações.

Opinião: Este é um livro que está há um tempo em minha lista de desejados por causa do livro “Claros sinais de Loucura”, esperei uma bela promoção – já que ele está sempre caro, e o comprei-, mas de cara não o li, e assim que tive uma oportunidade chamada férias, comecei a lê-lo.

O livro é narrado pela Jean Louise, ou como é conhecida, Scout. Sua mãe faleceu assim que ela era pequena, por isto ela mora apenas com seu pai Atticus, seu irmão Jem e Calpurnia, que é a cozinheira/babá/governanta. A todo momento participamos das travessuras de infância dela com seu irmão, e depois com o recém chegado, o Dill, sobrinho de sua vizinha.

A primeira parte do livro é destinada a conhecermos a cidade onde Atticus mora, a pequena Maycomb, mas a conhecemos pela visão infantil de Scout, onde ela faz comparações a outras cidades e faz comentários de cidade pequena. As férias de verão trazem o Dill, e neste verão em especifico eles tem como objetivo fazer com que seu vizinho Arthur Radley saia de casa, porque eles não entendem reclusão dele. A partir daí, eles passam a inventar histórias sobre sua reclusão, lhe dão o apelido de Boo e acabam criando um perfil assustador sobre ele. O modo como as histórias são inventadas e como eles ficam atrás do Boo, me fizeram rir, com tamanha inocência. Por eles ficarem brincando na rua e terem uma imaginação fértil, eles ficam tentando entender o que realmente aconteceu, eles encenam e fazem brincadeiras baseadas em suas suposições, coisa de criança mesmo (rs).

O Sol é para todos

Porém na segunda parte do livro a história muda e a infância cheia de travessuras de Scout é roubada a partir do momento que Atticus é nomeado para defender um negro acusado de estupro – injustamente – uma garota branca. Com Atticus defendendo alguém fora dos “padrões”, fora o fim de Maycomb, a cidade muda drasticamente com a família de Atticus, passam a ameaçá-lo, a persegui-lo, e a Scout que já é uma menina pentelha passa a arranjar brigas na escola, por querer defender seu pai.

Jem e Scout não entendem a revolta das pessoas, já que foram criados por uma negra e a veem como parte essencial de sua família, por isso eles passam a se preocupar com seu pai e por sua segurança.

O modo como a Scout coloca a história e as perseguições que ela passa a receber, me revoltou, porque deixa claro assuntos como racismo, discriminação racial, social, preconceitos históricos e os direitos humanos. E isso me pois a pensar em muitas coisas, muitas atitudes que vemos hoje em dia, este livro realmente me baqueou. Ele possui uma história triste e que fez-me colocar no lugar das pessoas que sofrem preconceitos de qualquer forma.

O Sol é para todos

Com um misto de revolta e dó, eu indico este livro a todos, porque todo mundo merece desenvolver um pouco de empatia e conhecer assuntos que não os rondam.

O Orfanato da Srta. Peregrine

Livro I da série O Orfanato da Srta Peregrine

O orfanato da Srta PeregrineInformações: É um livro que contém uma história de ficção com fantasia, escrito pelo Ransom Riggs, publicado primeiramente pela Editora Leya e depois teve seu livro publicado pela Editora Intrínseca para seguir o padrão dos livros 2 e 3. O livro deu origem ao filme, que tem o mesmo título.

Classificação: Young Adult

Descrição:  A história começa com uma tragédia familiar que lança Jacob, um rapaz de 16 anos, em uma jornada até uma ilha remota na costa do País de Gales, onde descobre as ruínas do Orfanato da Srta. Peregrine para Crianças Peculiares. Enquanto Jacob explora os quartos e corredores abandonados, fica claro que as crianças do orfanato são muito mais do que simplesmente peculiares. Elas podem ter sido perigosas e confinadas na ilha deserta por um bom motivo. E, de algum modo – por mais impossível que possa parecer – ainda podem estar vivas.

Opinião: Este foi meu primeiro livro deste gênero, a primeira instancia o livro me lembrou muito as histórias dos X-Men, rs. Conforme eu ia lendo, percebi que nada tinha a ver com os X-Men.

A história começa de forma lenta e bem descritiva e isto fez com que eu achasse um pouco maçante o início, mas aos poucos a história foi desenrolando e as imagens atribuindo formas aos personagens.

Confesso que em alguns momentos fiquei com medo de alguns personagens, até por causa das fotos que são meio estranhas, mas a história me prendeu de tal forma da metade até o fim, que deletei as fotos e devorei o livro.

Jacob ao percorrer as ruínas do orfanato acabou achando uma fenda, assim que viu uma menina passando, deste modo ele foi atrás e passou a conhecer um mundo no qual ele já conhecia, graças as histórias que seu avó contava. Agora ele tinha mais do que certeza que não eram histórias inventadas, mas sim passagens reais da vida do seu avô.

O orfanato da Srta Peregrine

Todos os dias Jacob passou a ir visitar as crianças peculiares, a fim de conhecê-los mais e também para poder ver a menina que havia roubado seu coração. Mas grandes dúvidas ainda pairavam na mente do Jacob, dúvidas nas quais ninguém queria tirar. Com o convívio diário com as crianças e com suas visitas ao orfanato, o Jacob passou a conhecer coisas que ele nem imaginava que existiam.

A leitura do livro, vale muito a pena, se você assistiu o filme, delete ele da sua mente, pois ele é totalmente diferente do livro e foi revoltante assisti-lo, rs. Eu fiquei indignada com o que o Tim Burton conseguiu fazer com o filme, mas entendi,de certa forma, porque ele quis fazer um filme infantil.

Mas por este ter sido meu primeiro livro fantástico, eu amei e me interessei muito em ler a trilogia toda, porque me cativou e despertou minha imaginação de várias formas, me envolvi com cada personagem e vivi todas aquelas vidas.

Menina má

Menina MáInformações: É um romance de William March que foi escrito em 1954 e ganhou sua adaptação cinematográfica em 1956, em 2016 foi repaginado e relançado pela Editora Dark Side. Número de páginas: 262.

Classificação: Adulto.

Descrição:  Rhoda, a pequena malvada do título, é uma linda garotinha de 8 anos de idade. Mas quem vê a carinha de anjo, não suspeita do que ela é capaz. Seria ela a responsável pela morte de um coleguinha da escola? A indiferença da menina faz com que sua mãe, Christine, comece a investigar sobre crimes e psicopatas. Aos poucos, Christine consegue desvendar segredos terríveis sobre sua filha, e sobre o seu próprio passado também.

Opinião: A principio quando uma colega de de trabalho me apresentou o livro eu fiquei louca para lê-lo, tamanha a minha fascinação por livros de suspenses psicológicos, então, lá fui eu empolgada comprar o livro pela internet e esperá-lo chegar ansiosamente. O livro é lindo, a Editora Dark Side está de parabéns, que livro lindo! Ele é de capa dura, cheio de detalhes, há ilustração no inicio e no fim, este com certeza é um dos livros mais bonitos da minha estante!

Vamos a história, que é contada em terceira pessoa através da visão dos personagens que estão na cena retratada. A escrita do livro é bem detalhada e fluida e no incio a Rhoda não aparece muito, e é descrita como uma menina muito bonita, bem vestida e perfeccionista. Rhoda mantem seu quarto muito bem arrumado, não tira nada do lugar, assim como seu quarto, seu cabelo e suas vestimentas são impecáveis, fora que ela é uma aluna exemplar, e sua mãe sempre faz tudo o que ela deseja, mesmo a achando peculiar. Ela e seu marido até dão risada e ficam pensando a quem a Rhoda puxou, pois a filha não é nada parecida com eles.

Menina Má

Assim como em todos os verões a escola de Rhoda sai para fazer o piquenique anual de verão das irmãs Fern – este é o primeiro ano de Rhoda nesta escola -. Neste passeio também vai o Claude Diagle, que é o menino que recebeu a medalha de melhor caligrafia, e esta era a medalha que Rhoda tanto queria, por isso ela não se conforma em não ter ganhado ela e então começa a perseguir o Claude.

No retorno para a escola, o Claude sumiu e assim que o acharam ele estava morto!

A partir desta morte a Christine passa a ficar de olho no que acontece ao seu redor, sua família não foi convidada para o velório do menino, não foram convidados a participarem do rateio para comprar uma coroa de flores que foi feita pela escola para dar para o Claude e a escola alega não ter vaga para o próximo ano para a Rhoda, por isso Christine terá que procurar outra escola, mas o que mais está preocupando Chirstine é o fata do sua filha ter presenciado uma tragédia tão grande.

Menina Má

Depois de conversar coma as irmãs Fern e de ir a casa de Claude, Christine confronta Rhoda sobre o acontecido, ela diz que não sabe de nada – ao ler as falas da Rhoda eu fiquei imaginando uma criança fria, sem sentimentos nenhum falando e foi o que mais me surpreendeu, tamanha frieza com que a Rhoda agia. Conforme Christine ia pressionando, a Rhoda negava e ainda depois vinha querendo agradar sua mãe, com um sorriso de uma covinha e até mesmo dizia:

“Se eu der para você  uma cesta de beijinhos, o que você me dá de volta?” (Esta era uma brincadeira inventada pelo pai de Rhoda, para ver se a filha realizava alguma demonstração de afeto).

Christine começou a pesquisar e a relembrar de fatos que ocorreram anos atrás, começou a ligá-las a Rhoda e a confrontar cada vez mais a filha que agia indiferentemente. Com os acontecimentos e as suas descobertas, Christine começou a estudar casos de psicopatas, como eles agiam, o que os motivavam a agir e se eles nasciam assim e isso a levou a uma grande descoberta que a fez  se culpar profundamente. Seus amigos já estavam falando que ela parecia doente, pois não se cuidava mais, não saia, só falava de casos de psicopatas e ainda vigiava a filha o dia inteiro.

“Eu não sei como a medalha foi parar lá, mamãe”, disse Rhoda, olhos arregalados e inocentes. “Como eu poderia saber disso?”

Menina Má

Este é um suspense psicológico que me agradou bastante, os conflitos que há com a Rhoda e o Leroy (o zelador do prédio onde ela mora com os pais), que é o único que a enxerga como ela realmente é, são únicos, pois ao mesmo tempo em que ele a confronta, ela mantem a classe e a frieza, mas aos poucos ela vai mostrando quem ela realmente é e vai expondo suas faces. Ao mesmo tempo que gostei do livro fiquei pensando e repensando se realmente há crianças assim, pois como professora não vejo uma criança agindo desta maneira, mas claro que todos sabemos que há crianças assim, mas é tão estranho que chega a ser inaceitável.

Como Rhoda no inicio do livro mal aparecia e ainda era doce ao falar, comecei a achar que ela realmente fosse uma criança normal e poderia até ser vista como uma criança inocente, mas ao decorrer do livro e dos acontecimentos eu vi que realmente ela era o que era. Por isso este é um livro que eu mais do que recomendo, por sua profunda história e grande desfecho.

No inicio do livro temos a explicação de que William se inspirou na sua própria infância e ainda serviu de inspiração para vários outros personagens de terror. Este é um livro que realmente deve ter tido muita repercussão na época, por causa dos assuntos encontrados nele e por causa dos personagens, por isso não percam tempo e leiam ele!

 

A escolha

A seleção e  A Elite são os dois primeiros livros da saga da Kiera Cass e já foram comentados por mim em posts anteriores, por isso hoje vim falar sobre o desfecho desta seleção feita pelo Maxon…

Livro III da saga A seleção

A EscolhaInformações: Terceiro livro da saga da Kiera Cass. Publicado pela Editora Seguinte, nas versões brochura e capa dura. Número de páginas:

Classificação: Jovem adulto.

Descrição: America era a candidata mais improvável da Seleção: se inscreveu por insistência da mãe e aceitou participar da competição só para se afastar de Aspen, um garoto que partira seu coração. Ao conhecer melhor o príncipe, porém, surgiu uma amizade que logo se transformou em algo mais… No entanto, toda vez que Maxon parecia estar certo de que escolheria America, algum obstáculo fazia os dois se afastarem. Um desses obstáculos era Aspen, que passou a ocupar o posto de guarda no palácio e estava decidido a reconquistar a namorada. Em encontros proibidos, ele a reconfortava em meio àquele mundo de luxos e rivalidades. Com essas idas e vindas,

America perdeu um pouco de espaço no coração do príncipe, lugar que foi prontamente ocupado por outra concorrente. Para completar, o rei odiava America e a considerava a pior opção para o filho. Assim, tentava sabotar a relação dos dois, inventando mentiras e colocando a garota em prova a todo instante. Agora, para conseguir o que deseja, America precisa cortar os laços com Aspen, conquistar o povo de Illéa e conseguir novos aliados políticos. Mas tudo pode sair do controle quando ela começa a questionar o sistema de castas e a estratégia usada para lidar com os ataques rebeldes.

Opinião: A Seleção é a minha distopia favorita e é muiiito amorzinho, me apaixonei de cara por esses livros, pois acho suas capas lindas e cheias de charme. Fora que a escrita da Kiera Cass é muito envolvente nestes livros.

Bom vamos a história, a história começa da onde parou em A elite, porém neste livro a America já está decidida que quer o Maxon, porém ele está indeciso porque toda vez que ele tem certeza do que quer algo acontece, ou a própria America faz algo de errado e faz com que o rei caia em cima do Maxon e isto acaba gerando a indecisão dele.

A Escolha Kiera Cass

Este livro é menos enrolado que o anterior, mas a America ainda fica em cima do muro com relação ao Aspen, pois ele é o seu segundo plano caso o Maxon não a escolha, por isso ela não abre mão totalmente dele. Mas ela tem certeza de que realmente quer o Maxon, depois do que ocorreu em A Elite, só que o grande problema é o Rei Clarkson que deixa bem claro que odeia a America e não a quer como nora, poisa lega que ela não tem postura e nem classe, fora o que ela já aprontou…

Então imaginem, como não é difícil para o Maxon, amar alguém que seu odeia, e ainda ficar inseguro se realmente deve escolhê-la, porque ela é impulsiva, respondona e faz o que acha que deve fazer… Maxon com sua indecisão toda acaba conhecendo outra selecionada a fundo, e abrindo suas opções para saber o que realmente deve fazer.

Enquanto essa indecisão entre o Maxon a America está grande, os rebeldes não param de atacar o castelo e os moradores de Illéa, e agora eles estão matando realmente e as castas das selecionadas estão sendo atacadas também. America e Maxon resolveram fazer uma aliança que ninguém nunca imaginaria que seria capaz e não fizeram com o consentimento do Rei.

A Escolha Kiera Cass

E agora o que será que irá acontecer com estes ataques? Será que o Maxon vai escolher alguém? E quem será esta escolhida?

Kiera Cass soube realmente me cativar e dar um desfecho excelente para este livro, os acontecimentos finais foram tão surpreendentes e a leitura foi tão fluida que eu não consegui parar de ler até saber quem seria a escolhida, cada página virada era uma surpresa nova.

Neste livro fiquei com mais raiva do Maxon do que da America, rs, mas claro que depois eu voltava a amá-lo, pois ele é um fofo e há explicações de porque ele fez as coisas que me fizeram odiá-lo,rs.

Enfim, este livro é um amorzinho e é tão bom quanto os outros dois e eu realmente recomendo a todos!!!!

A elite

Escrevi sobre o primeiro livro A Seleção em um outro post e por isso vim dar continuidade, este post não contém spoiler.

Livro II da saga A seleção

A EliteInformações: Este é o segundo livro da (antiga) trilogia da Kiera Cass. Publicado pela Editora Seguinte, nas versões brochura e capa dura. Número de páginas: 350.

Classificação: Jovem adulto.

Descrição: A Seleção começou com 35 garotas. Agora restam apenas seis, e a competição para ganhar o coração do príncipe Maxon está acirrada como nunca. Quanto mais America se aproxima da coroa, mais se sente confusa. Os momentos que passa com Maxon parecem um conto de fadas. Mas sempre que vê seu ex-namorado Aspen no palácio, trabalhando como guarda, ela sente que é nele que está o seu conforto. Porém, enquanto ela está às voltas com o seu futuro, o resto da Elite sabe exatamente o que quer — e ela está prestes a perder sua chance de escolher.

Opinião: O livro dá continuidade A Seleção e neste momento vemos mais meninas sendo desclassificadas e ficamos mais perto das 6 finalistas. Passamos a entender porque cada uma delas quer ser a próxima rainha de Illéa e qual é o método usado por cada uma para seduzir o Maxon.

E enquanto as selecionadas tentam conquistar o príncipe Maxon, America tem que lidar com a chegada e a estadia do Aspen – seu ex namorado – no palácio,  que agora é um guarda e precisa defender o príncipe, mesmo não gostando dele e ainda precisa se controlar com relação a America.

A indecisão da América entre o Aspen e o Maxon, me deixou muitas vezes com raiva, parecia que ela estava brincando com o coração dos dois que realmente gostavam dela de verdade e estavam dispostos a tudo. Ela muitas vezes chegou a duvidar das boas intenções e dos sentimentos do Maxon para com ela – e isso me deixou realmente brava, pois amo o Maxon.

A Elite Kiera Cass

Me apaixonei pelo Maxon devido seu carinho por America, e pela forma como ele a defendia. Mas eu entendia perfeitamente o Aspen, mesmo ele me decepcionando de várias formas – America e ele tinham uma história anterior ao palácio, por isso ele ainda tinha esperanças.

O foco deste segundo livro foi mais a política de Illéa, os rebeldes aparecem mais e tem até atentados ao castelo, mas claro que o suspense sobre o que os rebeldes querem ainda existe… E neste momento America começa a ficar confusa com relação a sua posição, se ela quer ser mesmo uma rainha, se ela quer a coroa e mais dúvidas aparacem.

A Elite Kiera Cass

Este segundo livro é só indecisão e paixão pelo Maxon, rs. O livro me envolveu muito rápido assim como o primeiro e vale a pena lê-lo.

 

A Seleção

Eu li o livro A Seleção há algum tempo, mas este é um livro no qual eu amo e me apaixonei a primeira lida, rs. Tanto que o li em dois dias, na verdade demorei dois dias porque não queria dar um fim a história mesmo tendo os outros dois (A Elite e A Escolha).

Livro I da saga A seleção

A SeleçãoInformações: Este é o primeiro livro de uma trilogia escrita pela Kiera Cass e publicado pela Editora Seguinte, seu gênero é ficção juvenil com um pouco de distopia. Número de páginas: 361.

Classificação: Jovem adulto.

Descrição: Para trinta e cinco garotas, a “Seleção” é a chance de uma vida. Num futuro em que os Estados Unidos deram lugar ao Estado Americano da China, e mais recentemente a Illéa, um país jovem com uma sociedade dividida em castas, a competição que reúne moças entre dezesseis e vinte anos de todas as partes para decidir quem se casará com o príncipe é a oportunidade de escapar de uma realidade imposta a elas ainda no berço. É a chance de ser alçada de um mundo de possibilidades reduzidas para um mundo de vestidos deslumbrantes e joias valiosas. De morar em um palácio, conquistar o coração do belo príncipe Maxon e um dia ser a rainha. Para America Singer, no entanto, uma artista da casta Cinco, estar entre as Selecionadas é um pesadelo. Significa deixar para trás Aspen, o rapaz que realmente ama e que está uma casta abaixo dela. Significa abandonar sua família e seu lar para entrar em uma disputa ferrenha por uma coroa que ela não quer. E viver em um palácio sob a ameaça constante de ataques rebeldes. Então America conhece pessoalmente o príncipe. Bondoso, educado, engraçado e muito, muito charmoso, Maxon não é nada do que se poderia esperar. Eles formam uma aliança, e, aos poucos, America começa a refletir sobre tudo o que tinha planejado para si mesma — e percebe que a vida com que sempre sonhou talvez não seja nada comparada ao futuro que ela nunca tinha ousado imaginar.

Opinião: A história se passa em Illéa que é um país divido em castas, são oito castas no total, as castas são numeradas e quanto mais baixa sua casta for mais pobre você será.

America Singer é a protagonista, que vem da casta cinco. Ela e sua família vivem de forma humilde e são artistas, para conseguir dinheiro eles cantam e dão aula de música ou de instrumentos para as castas mais altas e sempre que possível tocam e cantam em festas das castas mais altas.

A vida de America e sua família não é nada fácil, muitas vezes eles lidam com a falta de comida e dinheiro e ela ainda é apaixonada por Aspen, que é uma casta abaixo da sua – da casta seis – e por serem de castas diferentes não podem se relacionar de forma aberta, por isso há dois anos eles escondem o namoro. Todas as noites eles se encontram escondidos na casa da árvore, onde o Aspen da uma moeda para a America guardar em um pote que ela tem, e que por sinal já está bem cheio de moedas. Essas moedas irão ajudá-los a se casarem.

Certo dia America recebeu uma carta convidando-a a participar da Seleção: um concurso onde 35 garotas irão disputar o coração e o amor do príncipe Maxon.

A Seleção

Claro, que a America não quer se inscrever já que seu coração pertence ao Aspen, mas as 35 selecionadas irão viver no castelo durante o concurso, irão ter comida em abundância e as famílias das selecionadas receberão dinheiro. Depois de muito relutar America percebeu que seria uma boa opção se inscrever, pois entrar na Seleção iria ajudar a sua família. Mas assim como America outras centenas de garotas pensavam a mesma coisa, e mesmo assim ela se inscreveu… Com esta inscrição ela e o Aspen terminaram e a grande Seleção começou para todas as garotas de todas as castas de Illéa.

Este livro me pegou de jeito, pois ele realmente foi muito viciante do início ao fim, cada página era uma surpresa, um suspiro e uma dúvida. Indico esta leitura a todas as meninas que gostam de um romance, pois é um livro com uma leitura fácil e que flui naturalmente.

Bons segredos

Os bons segredosInformações: Escrito por Sarah Dessen e publicado pela Editora Seguinte em 2015. Número de páginas: 408.

Classificação: Jovem adulto (YA)

Descrição: Sydney sempre viveu à sombra do irmão mais velho, o queridinho da família. Até que ele causa um acidente por dirigir bêbado, deixando um garoto paraplégico, e vai parar na prisão. Sem a referência do irmão, a garota muda de escola e passa a questionar seu papel dentro da família e no mundo. Então ela conhece os Chatham. Inserida no círculo caótico e acolhedor dessa família, Sydney pela primeira vez encontra pessoas que finalmente parecem enxergá-la de verdade. Com uma série de personagens inesquecíveis e descrições gastronômicas de dar água na boca, Os bons segredos conta a história de uma garota que tenta encontrar seu lugar no mundo e acaba descobrindo a amizade, o amor e uma nova família no caminho.

Opinião: A estória é narrada em primeira pessoa por Sydney que é a protagonista. A obra gira em torno de Syd e sua família, a protagonista que a vida toda viu seus pais venerarem e satisfazerem todas as vontades de seu irmão, por isso ela vivia à sombra dele, o Peyton. Até que um dia um acidente acontece… Seu irmão embriagado acaba atropelando um adolescente e é preso. Por causa disto sua vida sofre uma reviravolta, seus pais que já faziam tudo o que Peyton queria agora lutam para tirá-lo da cadeia a todo custo e isto acaba tendo uma grande repercussão, pois faz com que gastos sejam cortados, tempos sejam gastos e planilhas com planos para Peyton ser solto sejam feitas.

Bons segredos

O ponto central da estória é a solidão que a Syd sente, pois ela sente saudades dos pais, saudade de quem foi o seu irmão um dia, porque no momento ela acredita e deseja que ele pague pelo que fez e deseja mais ainda que seus pais enxerguem que o que o Peyton fez é errado e que ele realmente tem culpa. Com esta vida diferente e totalmente sozinha Syd resolveu que deveria recomeçar e que iria fazer isto mudando de escola, fazendo novos amigos e que construindo sua própria fama e popularidade, saindo da sombra do seu irmão. Assim Syd inicia sua nova vida: se matriculando em um colégio público. Como ela desejou e imaginou sua vida mudou realmente, no novo colégio ela conheceu a família Chatam, a família que irá acolhê-la, ouvi-la e confortá-la com muita amizade e amor, um amor que ela nem sabe se já recebeu algum dia.

Esta estória me encantou por causa das mudanças da protagonista, que tinha muitos medos, inseguranças, fora as cobranças feitas pelos pais, mas ela foi mudando cada vez que a família Chatam entrava um pouco mais em sua vida, pois ao ver como eles eram unidos e amorosos isso mexia com a Syd e ia fazendo com que ela passasse cada vez mais tempo com eles. Em alguns trechos da estória eu queria de chacoalhar os pais dela e pedir para eles abrirem os olhos e verem o quanto a Syd estava sofrendo, o quanto ela precisava deles e queria ser ouvida por eles, mas ao mesmo tempo eu queria que a Syd se abrisse e falasse tudo o que ela queria e desejava, ao invés de se fechar e apenas aceitar o que eles queriam, pois a personalidade dela era de satisfazer a vontade de todos à sua volta, e para ser sincera até que me identifiquei um pouco com este jeito de querer agradar a todos e fazer o que todos querem e renegar minhas próprias vontades, mas assim como a personagem aprendi, amadureci e cresci.

Bons segredos

O envolvimento da Syd com a Layla foi outro ponto que me encantou, porque a Syd tem tudo o que quer e precisa, já a Layla veio de uma família simples e humilde que vive da pizzaria do pai que foi herdade de seu avô, mas mesmo com tantas diferenças surgiu uma bela amizade na qual elas tinham total liberdade de falar tudo e uma entendia a outra e uma ajudava a outra. O mais engraçado é que, como uma pessoa gordinha e que ama comer lendo livros, ler elas falarem das pizzas me dava vontade de comer pizza a toda hora e a forma como elas as descreveram me deixou com muita água na boca (rs).

No geral esta estória foi encantadora, envolvente e com uma leitura leve e fácil. Somente o final que faltou ser desenvolvido melhor, pois alguns desfechos da estória ficaram vagos e corridos, mas este final corrido não me fez desgostar do livro nenhum pouco. Este foi meu primeiro livro da autora e pretendo procurar outros livros dela.

Mentirosos

MentirososInformações: Publicado pela Editora Seguinte e escrito pela E. Lockhart. Número de páginas 272.

Classificação: Adulto.

Descrição: Os Sinclair são uma família rica e renomada, que se recusa a admitir que está em decadência e se agarra a todo custo às tradições. Assim, todo ano eles passam as férias de verão numa ilha particular. Cadence — neta primogênita e principal herdeira —, seus primos Johnny e Mirren e o amigo Gat são inseparáveis desde pequenos, e juntos formam um grupo chamado Mentirosos. Cadence admira Gat por suas convicções políticas e, conforme os anos passam, a amizade com aquele garoto intenso evolui para algo mais.
Mas tudo desmorona durante o verão de seus quinze anos, quando Cadence sofre um estranho acidente. Ela passa os próximos dois anos em um período conturbado, com amnésia, depressão, fortes dores de cabeça e muitos analgésicos. Toda a família a trata com extremo cuidado e se recusa a dar mais detalhes sobre o ocorrido… até que Cadence finalmente volta à ilha para juntar as lembranças do que realmente aconteceu.
‘Mentirosos’ é um suspense moderno e sofisticado, impossível de largar até que todos seus mistérios sejam desvendados. Ao mesmo tempo, a prosa lírica e o estilo seco e denso o fará mergulhar de cabeça no mundo dos Sinclair e nas crescentes angústias de Cadence — para então vir à tona completamente impactado.

Opinião: A família Sinclair é uma típica família nobre, são altos, claros, ricos, bonitos, atléticos, inteligentes, vencedores e simpáticos, sempre estão sorrindo e bem apresentados. E em todos os verões eles vão para a ilha particular onde o patriarca da família – Harris – possui uma casa.

E é nesta ilha que a família Sinclair se reuni nos verões, Cadance, seus primos – Jhonny, Mirren, Gat, Will, Liberty, Taft e Bonnie – e suas tias – Carrie, Bass e Penny. A família é bem grande, e juntos a todo momento eles deixam transparecer o ego grande e a sede pelo poder que há em todos. E claro que no meio de tanta disputa os jovens não poderiam ser diferentes e eles acabam se unindo a ganância dos adultos.

Porém Cadance é diferente, a única coisa que importa para ela é a união e a amizade dos Mentirosos – Jhonny, Mirren e Gat (que não é integrante da família).

Mentirosos

O livro começa com o relato do verão dos oito anos dos mentirosos (verão em que todos tinham oito anos) e foi o ano em que ela conheceu Gat, o menino que iria mudar sua vida para sempre. Eles passam a conversar, tem assuntos e desejos em comum e isso os aproxima cada vez mais, porém no verão dos catorze, algo muda, o Gat muda e eles percebem que na verdade estão apaixonados um pelo outro. Só que essa paixão não é bem vista pelo avó de Cadence, já que Gat não faz parte da família e é totalmente diferente dos padrões de beleza aceitos por ele. O verão acaba e cada um segue seu caminho e o mais engraçado é que durante o ano nenhum deles se comunicam, só se veem e conversam no verão, momento em que estão juntos.

Mais um ano passa e no verão dos quinze acontece um estranho acidente, onde a Cadance perdeu a memória e ficou com sequelas: dores fortíssimas de cabeça, enjoos, depressão e fraqueza. Ela simplesmente abandona tudo o que gostava e vive apenas a base de analgésicos e por isso começa a se desapegar de tudo o que não necessita. Cada vez que tenta lembrar o que aconteceu suas dores de cabeça pioram e ela chega a ficar em seu quarto horas dormindo, mas assim que consegue tenta entrar em contato com os mentirosos para tentar descobrir o que aconteceu no verão dos quinze, há dois anos atrás.

Não posso mais falar sobre o livro, há um pedido exclusivo da escritora no final do livro para que não haja nenhum spoiler. Mas uma coisa eu garanto, este livro deveria ser lido por todos, tamanho suspense que é, aconteceram coisas que eu não imaginava, nunca li um livro tão incerto e cheio de detalhes como este.

A escrita da E. Lockhart me surpreendeu do começo ao fim, tanto que não consegui parar de ler o livro até terminar. A tensão existente nas palavras, as metáforas usadas para descrever algumas coisas foram excelentes e a história é contada em primeira pessoa, pela Cadance. Os capítulos do livro são curtos, no início do livro há uma ilustração da ilha particular com a localização das casas de todos os membros da família Sinclair.

Mentirosos

O livro não possui ação, mas a agonia da Cadance nos faz querer saber o que realmente aconteceu, fora que há releituras de contos de fadas escrito por ela mesma.

A escrita envolvente nos faz achar que a história realmente é real e que fazemos parte dela, pois a leitura é suave e nos prende do início ao fim. Há ainda a crítica social que a autora traz em sua escrita, com relação ao rico que quer sempre ficar mais rico, e por isso não mede esforços para conseguir o que quer, chega até o ponto de manipular, corromper, adular, brigar, infringir e até mesmo subornar os menos favorecidos. Esta crítica está estampada no livro do começo ao fim.

Só sei que este livro recebeu 5 estrelas no meu skoob e realmente se tornou um dos meus favoritos, porque o final dele foi totalmente inesperado para mim e fiquei sim de boca aberta e chocada durante um dia inteiro, sem acreditar no que realmente tinha acontecido, há um trecho do livro que descreve bem o que senti: “Não existe uma palavra no Scrabble para descrever como me sinto…”.

Boa leitura leitores!

Um corpo na biblioteca

Agatha ChristieInformações: Escrito por uma das maiores escritoras de livros policiais da época Agatha Christie e publicado pela Editora Nova Fronteira. Número de páginas: 184.

Classificação: Adulto

Descrição: O corpo de uma jovem é encontrado no tapete da biblioteca dos Bantry, às sete da manhã. A vítima é uma completa desconhecida e o casal Bantry decide chamar as autoridades para investigar o caso — e também, é claro, Miss Marple, detetive amadora e amiga da Sra. Bantry.
Tudo se complica ainda mais quando chega até eles a notícia de outra adolescente morta, carbonizada dentro de um carro incendiado em uma pedreira. Qual será a possível conexão entre os dois incidentes?

Opinião: É uma manhã normal na casa dos Bantry, até que todos ouvem os gritos da empregada que acabou de avistar um corpo na biblioteca. A senhora Bantry como sempre foi resolver o problema afim de deixar seu marido descansar mais, porém com esta notícia ela se viu obrigada a acordar seu marido. E ao confirmarem que realmente havia um corpo na biblioteca, decidiram chamar a polícia.

Preocupada com a reputação de seu marido, a Sra. Bantry pede que seu motorista vá imediatamente buscar sua melhor amiga, a Miss Marple que resolve casos em um piscar de olhos.

Agatha Christie

Logo após o corpo ser encontrada, um carro é incendiado com uma pessoa dentro e a polícia não entende como os dois casos podem ter alguma ligação, porém Miss Marple sabe qual é a ligação dos dois casos.

O livro por ser uma história policial não posso falar muito sobre ele, senão acaba com o suspense. Ele é bem escrito e tem uma desenvoltura excelente, mas achei um pouco massante, não sei se é pela escrita formal, ou  por ser um pouco parado.

Este foi o primeiro livro da Agatha que eu li e gostei, ao procurar vi que tem vários casos da Miss Marple assim como alguns livros com outros “detetives” – se é que podemos chamar assim, rs -, mesmo a leitura deste livro sendo difícil para mim eu vou dar oportunidade a outros livros da Agatha Christie, pois amo livros policiais e seus desfechos que muitas vezes são surpreendentes.

Agatha Christie

Além disso esta edição da Editora Nova Fronteira é realmente bonita, é de capa dura, com folhas grossas e me surpreendeu por sua riqueza em detalhes na capa, por isso quero todos, rs.

 



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