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Mês: Agosto

Mês Agosto

Para este mês teremos indicações de livros infanto-juvenil, já que sou professora e estou sempre lendo livros para indicar para os meus alunos, tenho algumas referências, e claro, sempre peço a opinião deles para saber se eles realmente gostaram.

1. A sabedoria do Califa de Ilan Brenman – Editora Ática
Descrição: Em Bagdá, havia um califa muito conhecido por sua sabedoria e pelo amor aos livros. Seu costume era reservar uns dias da semana para resolver casos conflituosos dos súditos. Um desses casos envolvia o proprietário de um restaurante e o mendigo chamado Hashid. O dono queria cobrar do mendigo, a qualquer custo, a comida que ele ficou durante 20 minutos cheirando bem diante da porta do restaurante. Usando de toda a sua sabedoria – adquirida, de acordo com ele, por meio dos livros de sua imensa biblioteca -, o califa tomou as únicas moedas no poder do mendigo e pagou ao dono do restaurante de modo semelhante ao que a comida foi consumida…

2. O Reizinho mandão de Rutg Rocha – Editora Salamandra
Descrição: A morte de um rei sábio e justo leva ao trono seu filho mimado e mandão. Além de criar leis absurdas, seu autoritarismo faz o povo literalmente perder a voz. Até que um dia… Um livro premiado, que deu origem à série que tem hoje o seu nome.

3. Prendedor de sonhos de João Anzanello – Editora Scipione
Descrição: Zelito Traquitana era o único inventor daquela cidadezinha. Um dia, remexendo em seus velhos inventos, encontrou a máquina de fabricar sonhos e resolveu consertá-la. Mas, por algum defeito em seu mecanismo, em vez de produzir os seus próprios, a máquina começou a prender os sonhos de toda a população, espalhando um clima de desencanto pela cidade.

Mês de Agosto 2017

P.S.: Ainda amo você

Livro II da trilogia Para todos garotos que já amei

P.S.: Ainda amo vocêInformações: Escrito pela Jenny Han e publicado pela Editora Intrínseca em 26 de maio de 2015.

Classificação: Young Adult

Descrição: Lara Jean sempre teve uma vida amorosa muito movimentada, pelo menos na cabeça dela. Para cada garoto por quem se apaixonou e desapaixonou platonicamente, ela escreveu uma bela carta de despedida. Cartas muito dela, muito pessoais, que de repente e sem explicação foram parar nas mãos dos destinatários.
Em Para todos os garotos que já amei, Lara Jean não fazia ideia de como sair dessa enrascada, muito menos sabia que o namoro de mentirinha com Peter Kavinsky, inventado apenas para fugir do total constrangimento, se transformaria em algo mais. Agora, em P.S.: Ainda amo você, Lara Jean tem que aprender como é estar em um relacionamento que, pela primeira vez, não é de faz de conta. E quando ela parece estar conseguindo, um garoto do passado cai de paraquedas bem no meio de tudo, e os sentimentos de Lara por ele também retornam.
Uma história delicada e comovente que vai mostrar que se apaixonar é a parte fácil: emocionante mesmo é o que vem depois.

Opinião: Como esperado meu amor pela Lara Jean e pelo Peter Kavinsky apenas aumentou com esta sequência, se tem um livro que é capaz de balançar nossas estruturas e nos fazer sentir paixão e torcer pelas pessoas, é este o livro com certeza! A narrativa da Jenny continua nos cativando, suas palavras nos tocam de tal forma que nos sentimos parte história.

P.S.: Ainda amo você

Lara Jean é uma adolescente diferente de qualquer outra, ela é muito família, está sempre cozinhando algo, ela é tão fofa que você se apaixona por ela a primeira lida, rs. Ela parece uma menina comum, que eu poderia conhecer a qualquer hora na rua de tão real que a autora a deixou, ela é sonhadora, costuma expor suas opiniões sem ligar para o que os outros vão pensar e é muito responsável e madura.

Peter, o seu namorado, é lindo, popular, inteligente, carinhoso, ou seja, perfeito, pois me apaixonei e suspirei tanto por ele durante o livro que foi difícil não amá-lo. Claro que ele não me fez feliz o livro inteiro, pois tanto ele como a Lara estão em um relacionamento novo, com novos desafios e ainda estão se conhecendo, e quando surgiu mais um novo integrante – John – o relacionamento foi abalado e muitas coisas aconteceram.

John é mais um dos que receberam uma carta de amor da Lara Jean, e ao receber esta carta, como reação ele foi atrás dela para querer entender – e gente… Não é possível ter mais personagens fofos, mas John é mais um, com certeza!

Este livro nos faz viajar no tempo e nos leva de volta a nossa adolescência, ele nos traz uma pureza e uma sensação tão leve, que só lendo para entender. Além disso, ele é tão explicativo que permite que observemos o processo de amadurecimento de cada personagem, acompanhamos as reflexões e os atos impensados e também os pensados de cada um. Tanto que as instabilidades emocionais, racionais, medos e inseguranças da Lara Jean não nos deixa frustrados, pois passamos a entender cada passo que ela dá

P.S.: Ainda amo você

Mas preciso confessar que a Lara Jean me deixou brava algumas vezes, pelo modo como ela tratava o Kavinsky, mas o final foi perfeito, eu não mudaria nada e nem tiraria, pois minha admiração e amor por cada personagem apenas aumentou e estou sedenta esperando o desfecho desta trilogia.

Se você ainda não conhece esta trilogia, leia a resenha do primeiro livro Para Todos os garotos que já amei.

Mês: Julho

Mês Julho

Este mês as indicações são de livros que falam sobre bullying, pois este é um assunto que vem instigando muito as pessoas, até mesmo para querer saber como as pessoas sofrem bullying, como se sentem e como reconhecer os sinais. Então, vamos as dicas…

1.Os treze porquês de Jay Asher – Editora Ática
Descrição: Ao voltar da escola, Clay Jensen encontra na porta de casa um misterioso pacote com seu nome. Dentro, ele descobre várias fitas cassetes. O garoto ouve as gravações e se dá conta de que elas foram feitas por Hannah Baker – uma colega de classe e antiga paquera -, que cometeu suicídio duas semanas atrás. Nas fitas, Hannah explica que existem treze motivos que a levaram à decisão de se matar. Clay é um desses motivos. Agora ele precisa ouvir tudo até o fim para descobrir como contribuiu para esse trágico acontecimento.

2. A lista negra de Jennifer Brown – Editora Gutenberg
Descrição: Abril. Um mês que, inevitavelmente, será sempre lembrado pelo horror de massacres ocorridos em escolas por jovens: 20 de abril de 1999, Columbine, Estados Unidos; 26 de abril de 2002 , Erfurt, Alemanha; 16 de abril de 2007, Virginia Tech, também nos EUA; e 7 de abril de 2011, Realengo, Brasil. Além desses, muitos outros já ocuparam os noticiários do mundo inteiro, chocando pela violência com que jovens assassinam seus próprios colegas. É com um noticiário como esse que o romance A lista negra abre suas páginas. Lançado agora no Brasil pela Editora Gutenberg, a obra Jennifer Brown é uma ficção que mergulha no mundo juvenil repleto por situações marcadas pelo bullying, preconceito e rejeição.
Essa é a história de Val e Nick. Eles são dois adolescentes que se conhecem no primeiro ano do ensino médio e se identificam de imediato. Val convive com pais ausentes, que brigam o tempo todo e só criticam suas roupas e atitudes. Nick tem uma mãe divorciada que vive em bares atrás de novos namorados. Os dois são alvo de bullying por parte de seus colegas do Colégio Garvin. Nick apanha dos atletas e Val sofre com os apelidos dados pelas meninas bonitas e populares. Ambos compartilham suas angústias num caderno com o nome de todos e tudo que odeiam, criando um oásis, um local de fuga, um momento de desabafo, pelo menos para Val. Já Nick não encara a lista e os comentários como uma simples piada. Há alguns meses, ele abriu fogo contra vários alunos na cantina da escola. Atingida ao tentar detê-lo, Valerie também acaba salvando a vida de uma co¬lega que a maltratava, mas é responsabilizada pela tragédia por causa da lista que ajudou a criar. A lista das pessoas e das coisas que ela e Nick odiavam. A lista que ele usou para escolher seus alvos.

3. Ponte para Terabitia de Katherine Paterson – Editora Salamandra
Descrição: Jess Aarons, um garoto de 10 anos, passou o verão treinando para ser o campeão de corrida da escola. Na volta às aulas, é ultrapassado por uma aluna nova. Os dois tornam-se grandes amigos, e criam um reino imaginário chamado Terabítia, onde governam soberanos protegidos das ameaças e zombarias da vida cotidiana. Até que um dia, uma fatalidade os separa, e Jess precisa ser forte para enfrentar essa triste realidade.

4. Por que Indiana, João? de Danilo Leonardi – Editora Giz Editorial
Descrição: Você pode pensar que, aos quinze anos, João já deveria estar acostumado com provocações, apelidos e humilhações. Afinal, ele é um típico adolescente deslocado e tímido. Alvo perfeito para a ira dos valentões e para o desprezo das garotas. Mas sua vida muda completamente quando reage a um ataque de seu maior algoz. O golpe de sorte que derruba o valentão é gravado e vira hit na internet. João se vê finalmente admirado, respeitado e seguro. Mas tudo tem seu preço e João vai aprender qual o peso que suas escolhas podem ter não só sobre sua vida, mas sobre as vidas de todos ao seu redor.

Mês de Julho

Me contem um pouco dessas histórias se vocês já leram, as indicações 2 e 3 eu já li e vou trazer as resenhas aqui para o blog futuramente.

O Sol é para todos

O Sol é para todosInformações: Escrito pela Harper Lee em 1960, atualmente foi revisado e publicado pela Editora José Olympio.

Classificação: Adulto

Descrição: Um livro emblemático sobre racismo e injustiça: a história de um advogado que defende um homem negro acusado de estuprar uma mulher branca nos Estados Unidos dos anos 1930 e enfrenta represálias da comunidade racista. O livro é narrado pela sensível Scout, filha do advogado. Uma história atemporal sobre tolerância, perda da inocência e conceito de justiça. ‘O Sol é Para Todos’, com seu texto “forte, melodramático, sutil, cômico” (The New Yorker) se tornou um clássico para todas as idades e gerações.

Opinião: Este é um livro que está há um tempo em minha lista de desejados por causa do livro “Claros sinais de Loucura”, esperei uma bela promoção – já que ele está sempre caro, e o comprei-, mas de cara não o li, e assim que tive uma oportunidade chamada férias, comecei a lê-lo.

O livro é narrado pela Jean Louise, ou como é conhecida, Scout. Sua mãe faleceu assim que ela era pequena, por isto ela mora apenas com seu pai Atticus, seu irmão Jem e Calpurnia, que é a cozinheira/babá/governanta. A todo momento participamos das travessuras de infância dela com seu irmão, e depois com o recém chegado, o Dill, sobrinho de sua vizinha.

A primeira parte do livro é destinada a conhecermos a cidade onde Atticus mora, a pequena Maycomb, mas a conhecemos pela visão infantil de Scout, onde ela faz comparações a outras cidades e faz comentários de cidade pequena. As férias de verão trazem o Dill, e neste verão em especifico eles tem como objetivo fazer com que seu vizinho Arthur Radley saia de casa, porque eles não entendem reclusão dele. A partir daí, eles passam a inventar histórias sobre sua reclusão, lhe dão o apelido de Boo e acabam criando um perfil assustador sobre ele. O modo como as histórias são inventadas e como eles ficam atrás do Boo, me fizeram rir, com tamanha inocência. Por eles ficarem brincando na rua e terem uma imaginação fértil, eles ficam tentando entender o que realmente aconteceu, eles encenam e fazem brincadeiras baseadas em suas suposições, coisa de criança mesmo (rs).

O Sol é para todos

Porém na segunda parte do livro a história muda e a infância cheia de travessuras de Scout é roubada a partir do momento que Atticus é nomeado para defender um negro acusado de estupro – injustamente – uma garota branca. Com Atticus defendendo alguém fora dos “padrões”, fora o fim de Maycomb, a cidade muda drasticamente com a família de Atticus, passam a ameaçá-lo, a persegui-lo, e a Scout que já é uma menina pentelha passa a arranjar brigas na escola, por querer defender seu pai.

Jem e Scout não entendem a revolta das pessoas, já que foram criados por uma negra e a veem como parte essencial de sua família, por isso eles passam a se preocupar com seu pai e por sua segurança.

O modo como a Scout coloca a história e as perseguições que ela passa a receber, me revoltou, porque deixa claro assuntos como racismo, discriminação racial, social, preconceitos históricos e os direitos humanos. E isso me pois a pensar em muitas coisas, muitas atitudes que vemos hoje em dia, este livro realmente me baqueou. Ele possui uma história triste e que fez-me colocar no lugar das pessoas que sofrem preconceitos de qualquer forma.

O Sol é para todos

Com um misto de revolta e dó, eu indico este livro a todos, porque todo mundo merece desenvolver um pouco de empatia e conhecer assuntos que não os rondam.

Usei… E gostei

Mais uma nova seção está começando por aqui…

Desde o ano passado passei a hidratar mais o meu cabelo, pois queria mudá-lo, fazer ombre hair, mas estava com muito medo de danificá-lo, por isso passei a hidratá-lo para deixá-lo saudável. Durante a minha busca de novos produtos de beleza encontrei uma máscara que realmente me conquistou, por sua acessibilidade no preço e por realmente demonstrar um efeito excelente.

O produto que estou falando é o Vizcaya Cosméticos, é uma  máscara vendida em farmácias, e a que comprei para testar é a Máscara fios fortes e reparados, ela promete realizar a reconstrução total dos fios em apenas 5 aplicações e possui 200 g.

Vizcaya

A princípio comprei-a para testar e duvidava da sua promessa depois de tanto ser enganada, mas apenas em uma aplicação eu já senti uma mudança significativa no cabelo, fora que eu gostei dela, por ser uma máscara na qual posso passar na raiz do meu cabelo, já que ela não possui condicionador em sua fórmula, ou seja, após 3 minutos eu a retiro, passo o condicionador da minha preferência apenas nas pontas do cabelo, retiro-o e está pronto!

Vizcaya

Esta máscara é bem consistente e dizem que as melhores máscaras precisam ser assim, né? Não possui um cheiro forte (não posso com máscaras com cheiros fortes, porque tenho rinite), como já disse tem um preço acessível e se estivermos com pressa usá-la apenas por 3 minutos no banho já faz uma diferença. Quando tenho tempo deixo-a agir por 30 minutos e o resultado é melhor ainda.


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