Usei… E gostei!

Como faço tratamento com a…

View more

Mês: Dezembro

Agora que as férias do…

View more

Motive-se

Mais um achado do Pinterest……

View more

Anna e o beijo francês

Escritora: Stephanie Perkins ǀǀ Editora:…

View more

Usei… E não gostei!

O protetor solar facial é…

View more

Mês: Novembro

Este mês vamos de livros…

View more

Mês: Outubro

As últimas dicas infanto-juvenil para…

View more

Motive-se

Ahhhh… Como eu amo o…

View more

Anna e o beijo francês

Escritora: Stephanie Perkins ǀǀ Editora: Novo Conceito ǀǀ 288 Páginas ǀǀ Gênero: Young Adult ǀǀ Classificação: 3,5

Anna e o beijo francêsInformações: Anna Oliphant não está nada entusiasmada com a ideia de se mudar para Paris. Porém, seu pai, um famoso escritor norte-americano, decidiu enviá-la para um colégio interno na Cidade Luz. Anna prefere ficar em Atlanta, onde tem um bom emprego, sua fiel melhor amiga e um namoro prestes a acontecer. Mas, ao chegar a Paris, ela conhece Étienne St. Clair, um rapaz inteligente, charmoso e bonito, que além de muitas qualidades, tem uma namorada… Anna e Étienne se aproximam e as coisas ficam mais complicadas. Será que um ano inteiro de desencontros em Paris terminará com o esperado beijo francês? Ou certas coisas simplesmente não estão destinadas a acontecer?

Opinião: Fazia tempo que eu queria ler este livro, pois vi tanta gente lendo e falando bem dele, que pensei “Eu preciso ler este livro!”. Este foi o primeiro livro da Stephanie que li, tenho o “Isla e o final feliz”, mas não li ainda, porque me falta tempo…

A história é contada por Anna, uma adolescente que é mandada por seu pai para estudar na França, pois ele acredita que ela precisa ter um bom estudo, mas Anna acredita que seu pai quer puni-la, já que ele nunca dá atenção aos filhos (seus pais são separados). De cara percebemos que Anna tem problemas com o seu pai, ela não o aceita, não quer que ele opine em sua vida e ela deixa bem claro que não gosta dos romances que ele escreve, mas por outro lado, ela gosta e ajuda muito sua mãe, cuida de seu irmão pequeno e quer seguir a sua simples vida de adolescente assim, para terminar o colegial e fazer o curso que tanto deseja.

Para ajudá-la na adaptação, seus pais a levam à Paris, assistem palestras com ela, mas eles precisam ir embora e nessa despedida Anna se pega assustada e chorosa, pois nunca imaginou que iria para um país desconhecido e nem que ficaria lá sozinha! Mas por sua sorte, sua vizinha de quarto é uma fofa e muito simpática – a Meredith -, ela logo percebe que Anna é nova no colégio e vai até seu quarto para convidá-la para um chocolate quente, e é aí que a amizade das duas começa.

Anna e o beijo francês

A escrita do livro é bem leve e é uma história beeeem adolescentezinha, mas que realmente te faz querer ler o livro, eu chegava em casa depois do trabalho, do estresse e queria algo leve, algo tranquilo e esse era o livro! A escrita envolvente da Stephanie me fez querer saber mais sobre a Anna e o que iria acontecer com ela, se ela ia se enturmar, se ela iria bem nas aulas, pois ela não falava francês, e assim segui minha leitura…

Anna passou a fazer parte do circulo de amigos de Meredith, o que fez que com que ela conhecesse o St. Clair, o menino mais bonito e mais cobiçado do colégio – inclusive por sua nova amiga, Meredith. Só que Anna e St. Clair passaram a ser inseparáveis, faziam aulas juntos, tinham conversas paralelas na mesa do almoço e estavam vivendo em seu próprio mundo e se apaixonando, só que havia um problema, St. Clair tinha uma namorada, mas não era qualquer namorada, era uma namorada bela e perfeita a vista de todos – e da Anna também.

Logo Anna percebeu que não foi um erro ter ido a Paris, ela passou a conhecer lugares diferentes, teve seu primeiro porre, se apaixonou, conheceu pessoas maravilhosas, teve problemas com sua melhor amiga – que ficou na sua terra natal -, entre outros problemas de adolescentes, mas havia a dúvida, a dúvida de querer saber se St. Clair sentia o mesmo, se eles ficariam juntos, se tudo ficaria bem, e essas respostas vocês só saberão se lerem e sentirem a mesma leveza que eu tive ao ler este livro.

“É possível que lar seja uma pessoa e não um lugar? Bridge costumava ser meu lar. Talvez St. Clair seja meu novo lar.”