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Nossos dias infinitos

Escritora: Claire Fuller ǀǀ Editora: Morro Branco ǀǀ 329 Páginas ǀǀ Gênero: Young Adult ǀǀ Classificação: 2,5

Nossos dias infinitosInformações: Todos os pais mentem. Mas algumas mentiras são maiores do que as outras. ‘Datas só nos fazem perceber quão finitos nossos dias são, quão mais perto da morte ficamos a cada dia que passa. De agora em diante, Punzel, vamos viver seguindo o sol e as estações’. Ele me pegou no colo e me girou, rindo. ‘Nossos dias serão infinitos’. Com aquela última marca, o tempo parou para nós em 20 de agosto de 1976′. Peggy tinha oito anos quando seu pai a levou para viver em uma remota cabana no meio de uma floresta europeia. Lá ele lhe disse que sua mãe e todas as outras pessoas do mundo morreram. Agora eles precisam viver da terra e sobreviver ao rigoroso inverno. Mas até quando a pequena Peggy vai acreditar na história de seu pai? Até quando você pode ficar são, quando o mundo está perdido? O que acontece quando você para de crer em tudo?

Opinião: Somos conduzidos durante a história por Peggy, mais conhecida como Punzel – abreviação de Rapunzel. A narrativa acontece em dois momentos, em 1976 e 1985, ou seja, os fatos anteriores e os recentes de sua vida.

Já começamos o livro meio perdidos, pois nos deparamos com a Peggy sem o seu pai, diferente do que lemos na sinopse, mas com o decorrer dos capítulos entendemos a história e ela começa a fluir melhor. Ute, a mãe de Peggy é uma pianista alemã muito famosa que se casou com James, que passa a fazer parte de um grupo conhecido como Refugiados do Norte de Londres e que não trabalha, pois a todo momento fica pensando em como eles irão sobreviver ao fim do mundo, por isso ele cria um bunker debaixo de sua casa e passa a treinar a Peggy para a hora em que este dia finalmente chegar.

Ute não parece gostar muito dos planos do marido e de seus amigos – sempre há reuniões do grupo em sua casa -, por isso acaba indo fazer uma turnê na Alemanha, mas foi uma decisão tão inesperada que tanto o pai como a filha ficaram sem saber o que fazer, o pai não sabia ficar só em casa, por isso decretou que Punzel não iria a escola até sua mãe voltar, logo passaram a viver nos arredores da casa – no cemitério e no jardim -, caçando e vivendo do que a natureza fornecia. Até que após um discussão por telefone com Ute, James resolve fazer as malas e ir embora com a Peggy, ele diz a menina que irão sair de férias.

Nossos dias infinitos

Com o passar do tempo, depois de andar muito, passar fome, Peggy passa a sentir saudades de casa e pergunta constantemente de sua mãe, mas o James sempre a enrola e diz que eles já já vão chegar na die hütte (a cabana) que eles tanto desejam… Assim que chegam, Punzel quer voltar para casa, mas seu pai diz que não existe mais casa e ninguém mais no mundo a não ser eles e que ali é onde eles irão morar agora, pois eles não podem atravessar a Grande Divisa. A partir daí a vida deles como moradores da die hütte começa, eles precisam se manter vivos e sobreviver às estações mais pesadas, como o inverno.

O livro todo momento deixa clara a visão de Peggy, seus medos e até mesmo sua opinião sobre os surtos e devaneios de seu pai, que é instável emocionalmente. Para ser sincera foi uma leitura bem difícil, pois eu queria logo saber o porquê do pai achar que o mundo iria acabar e porquê ele levou Peggy deixando sua esposa sem nenhum bilhete, mas estas respostas não são dadas claramente, temos que subentender – o que não é muito difícil rs.

Nossos dias infinitos

Este não foi um livro que me agradou muito, na verdade não sei dizer qual é o meu sentimento por ele, pois o fechamento foi tão inusitado que me passou pela cabeça que não verdade ele é um livro de suspense e não de drama. Toda vez que tento pensar qual o meu sentimento com relação a ele, eu não consigo chegar a ponto nenhum… Mas é um livro com uma belíssima capa, com uma ótima diagramação e alguns erros ortográficos, e a escritora ainda teve a sensibilidade de nos fornecer algumas perguntas para um eventual Clube do Livro, achei fofo ♥