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Mês: Final do ano

E mais um ano letivo acabou e como sempre ficamos com a sensação de dever cumprido, mas ai vem a reflexão e se
pararmos para pensar e rever algumas coisas que fizemos, como trabalhamos, como agimos, acabamos vendo que não foi a melhor maneira de ter lidado com a situação, que poderíamos ter feito diferente.

Então hoje vim falar sobre um livro que me ajudou muito para saber como lidar com algumas situações e até mesmo como conseguir que os alunos se concentrassem nas aulas e ficassem mais focados.

Pais brilhantes, Professores fascinantes

Informações: Escrito pelo Austo Cury e publicado pela editora Sextante em 2.003. Número de páginas: 169

Descrição: Formar crianças e adolescentes sociáveis, felizes, livres e empreendedores é um belo desafio nos dias de hoje. A solidão nunca foi tão intensa: os pais escondem seus sentimentos dos filhos, os filhos escondem suas lágrimas dos pais, os professores se ocultam atrás do giz. Estes são alguns dos temas fundamentais que você encontrará neste livro: os sete hábitos dos pais brilhantes; os sete hábitos dos professores fascinantes; os sete pecados capitais dos educadores; as dez técnicas pedagógicas que podem revolucionar a sala de aula e a de casa.
A quem interessa este livro? Aos pais, aos professores da pré-escola, do ensino fundamental, médio e universitário, aos psicólogos, aos profissionais de recursos humanos, aos jovens e a todos os que desejam conhecer alguns segredos da personalidade e enriquecer suas relações sociais.

Opinião: O livro é realmente muito bom, contém experiências, dicas, até mesmo para o dia a dia, pois ele é direcionado tanto para pais como para professores e ambos você poderá usar em sala de aula. Ele é dividido em
alguns momentos, sendo assim fácil e prático, ainda mais se você quiser fazer alguma marcação, para poder estar sempre relendo. Muitas das dicas uso no meu dia a dia, uma dela é na hora em que estão copiando algo da lousa, ou criando textos, ou fazendo contas, eu coloco uma música clássica para eles ouvirem. Tem outra de fazer eles se colocarem no nosso lugar, que é excelente. E um super aliado na hora da música é o SPOTIFY, não sei se alguém já
ouviu falar, mas lá tem pastas e você escolhe a que quer ouvir no dia.

Bem é isso por hoje, vamos refletir sobre nosso ano e fazer algumas mudanças positivas para o ano que vem pessoal, desta forma estaremos sempre nos reciclando e inovando, para nunca ficarmos estagnados.

Beijinhos e até a próxima

Avaliação dentro de sala de aula.

Hoje vou abordar um assunto que hoje em dia é muito discutido dentro e fora da escola, pois preocupa tanto os professores, como os pais.

Tem professores e escolas que até hoje acham que avaliar o aluno é meramente através da nota que ele tira em uma prova, ou trabalho, mas hoje em dia com as mudanças na escolas, nas leis e até mesmo nos materiais escolas, percebemos que essa avaliação em sala de aula está mais flexível e abrangendo vários aspectos dos alunos.

Primeiro, devemos levar em conta o aluno por si só, não avaliar o grupo, cada aluno tem o seu tempo de aprender, tem a sua capacidade e diferença de um para o outro, as vezes um pode ter mais facilidade em uma matéria do que o outro e assim por diante. É ai que entramos, se percebemos que um aluno tem mais dificuldade em uma matéria do que em outra, daremos um suporte para ele e temos que ser observadores e cautelosos para não deixar isso passar, para quando chegar o final do ano o aluno não se prejudique e nem fique sem entender a matéria.

Segundo, devemos avaliar os alunos em todos os momentos não só nas provas. Avaliar pelo caderno, pelas respostas ás perguntas, pela leitura, comportamento e o que mais for necessário. Mas quando digo avaliar, não significa dar notas e sim dar um elogio, fazer um comentário para o próprio aluno dizendo que ele tem que melhorar em certo aspecto, pois nem tudo gira em torno de uma nota, eles tem que aprender a fazer e melhorar, pois será bom para eles próprios.

Achei interessante esta nota que li em um site ”

A Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB), aprovada em 1996, determina que a avaliação seja contínua e cumulativa e que os aspectos qualitativos prevaleçam sobre os quantitativos. Da mesma forma, os resultados obtidos pelos estudantes ao longo do ano escolar devem ser mais valorizados que a nota da prova final.

E é verdade isso, nela que me baseio para avaliar meus alunos. Mas a escola em que trabalho tem essa visão que nos ajuda bastante e faz com que os alunos façam por si sós para serem valorizados.

Então, percebemos que hoje em dia a avaliação é mais ampla e que é apenas levarmos em consideração o objetivo de cada aluno e a sua capacidade e dificuldade que conseguiremos avaliar e ajudar nossos alunos a aprenderem e crescerem.

Espero que tenham gostado da informação.
Beijinhos.

Culinária em Sala de Aula

Já faz muito tempo que não venho aqui postar, pois tive alguns probleminhas pessoais, mas prometo que não irei ficar tanto tempo sem postar novamente.

Hoje vim falar de um assunto que está crescendo cada vez mais nas escolas, elas estão acrescentando a aula de culinária no seu currículo escolar e eu amo essa aula e na minha opinião ela ajuda em vários aspectos, em várias áreas e matérias.

Além de ser pura diversão para as crianças cozinharem, elas também vêem como um dever, pois é assim que é passado para elas em casa, mas na verdade a aula de culinária é um momento de muita concentração e aprendizagem.

A aula de culinária pode ser dividida na escola de forma que todas as salas participem, fazendo com que cada semana cada sala até o fundamental I participe, pois nela poderá abordar a alimentação saudável, podendo assim incentivar os alunos a experimentarem alimentos que geralmente não comeriam em casa. E cada série irá trabalhar com diferentes aspectos e desafios, como por exemplo:

1 a 2 anos: Trabalham, basicamente, usando os cincos sentidos básicos do ser humano (tato, olfato, paladar, visão e audição) que, nessa fase, ainda não estão completamente desenvolvidos.

3 a 4 anos: Começam a criar a pratica da leitura e fazem exercícios para exercitar a memória, tentando reconhecer os objetos utilizados na cozinha e testam misturas.

5 anos em diante: Fazem trabalhos teóricos – como livros de receitas -, desenvolvem receitas de culinária regional e estudam outras épocas por meio do que se comia nelas.

Os professores podem trabalhar de forma contextualizada nas aulas de culinária na hora do preparo de uma receita –
desde a hora da higienização até o valor nutritivo dos alimentos. É até possível explicar conteúdos de sala de aula em uma aula de culinária, como por exemplo:

Português: Por meio das receitas e dos rótulos das embalagens, as crianças melhoram a leitura, a capacidade de interpretação e aprimoram o vocabulário.

Matemática: Ajuda com conceitos de soma, subtração, divisão e multiplicação e jogos de estimativa e trabalha unidades de medidas (quantidade, tempo, temperatura, massa, entre outros).

Ciências: A utilização dos mais variados ingredientes ajuda a conhecer sua origem, os estados físicos de cada um deles e a diferença entre material orgânico e não-orgânico.

Geografia: Ainda em relação aos alimentos, pode-se estudar a região de onde vêm os alimentos – como o tipo de solo, clima e hidrografia.

História: Estuda-se a cultura das regiões por meio de seus hábitos alimentares.

Artes: Ao modelar e imaginar novas formas de preparar os alimentos, completa e integra o trabalho.

Espero que vocês tenham gostado da informação e que vocês tenham a possibilidade de realizar aulas de culinária com os seus alunos, filhos (as), primos (as), sobrinhos (as), pois tudo que é proposto eles aceitam com empolgação e recebemos um grande retorno deles. Mas podemos levar essas aulas de culinária para dentro de nossa casa, pois assim há uma interação entre pais e filhos junto com a aprendizagem de uma forma gostosa e produtiva.